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Klimt, o beijo.

April 12, 2017

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Post War Draws

March 25, 2017

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de volta ao estúdio p.2

March 25, 2017

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Inspi

March 25, 2017

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Flores por amigos

February 7, 2017

De certa forma impulsionado pela reaproximação ao desenho como forma criativa paralela da composição de novas músicas, fui redescobrir estas “flores” que me foram oferecidas por amigos ao longo do tempo. Assim abri uma mais que merecida secção no blog destinada à coisa.

faustino
por Bruno Faustino | Instagram:faustino_illustrations

Clara Afonso
por Clara Afonso

joana mendes
por Joana Mendes | www.veggiesonthecounter.com

diooooooo
por David Gama | http://www.davidgamadesign.com/

Francisco Melo
por Francisco Melo

Katarina Magalhães
por katarina Magalhães

lobo

lobo2
po Lobo | https://www.facebook.com/Lobodaarte/

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por Sâmille Souza

Tiago Leal
por Tiago Leal

Andrá Costa
por André Costa

Fundo de maneio

February 4, 2017

Sem título

Breve

January 26, 2017

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Em 2014 lancei o álbum “Subnutridos”, um conjunto de relatos de vida de personagens semi fictícias – sendo precisamente aquilo que lhes faltava o que melhor as definia. Continha algumas das primeiras músicas que escrevi distanciando-me da escrita mais auto biográfica dos trabalhos anteriores.

Com toda a honestidade que encaro a música, uma consciência voraz das minhas limitações e a certeza de que as mensagem por entre linhas eram o centro desse trabalho, tive a necessidade que a instrumentação permitisse virar o foco para as histórias, para as palavras. Sabia que o resultado seria mais cru, mas a música não tinha de ser apenas entretenimento, podias aspirar alcançar um outro espaço, ser uma outra coisa.
O lançamento foi feito de forma tímida e, por razões de carácter pessoal, estive perto de um ano e meio em hiato, sem uma tour ou concertos de apresentação do mesmo.
Tempo volvido, com novas canções a rechear os cadernos e, uma vez mais, a vontade de me reinventar parcialmente, surgiu a ideia de gravar dois novos álbuns ( “A Piada Finita” e “A Ópera de um Homem Só”) com uma aproximação diferente e já com uma formação maior a acompanhar-me.

Na metade de 2016, depois de algumas conversas com o meu produtor, chegámos à conclusão sobre quem queríamos reunir, tendo em conta não só as suas características como músicos, mas também o encontro com os objectivos claros que acarretavam as minhas divagações não tão especificas. Juntar uma banda, dar nova roupagem a alguns temas antigos e perceber mais eficazmente as dinâmicas do grupo e como funcionaria em termos de processo criativo.
Assim, entrou Bruno Pinho para a guitarra, Jörge Pandeirada para o baixo e electrónicas e Micael Lourenço para bateria e percussões. A simbiose foi boa, não só musicalmente, mas humanamente. Exige-lhes muito, em muito pouco tempo e ofereceram-me esforço e dedicação.

Como consequência e já a encarar este projecto com uma perspetiva diferente, volto agora a estúdio para trabalhar em canções novas, para gravar com os Cabaret Malícia e alguns convidados mais a editar através da Covil. “E esperançosamente, fazer música que mereça ser música”.

Fica o agradecimento, a todos os que me tem acompanhado quando estou perto e principalmente, nas minhas ausências.
Abraço-vos. Até breve.